segunda-feira, 21 de setembro de 2015



O Sentido das Coisas

Revista Veja | Lya Luft

Sempre procurei, tantas vezes em vão, encontrar o significado de tudo.
... Por que entre pessoas que se querem bem pode haver frieza ou até maldade, por que... lista infindável, ainda mais para quem tem um pouco de imaginação.
A cada momento reinventamos o mundo, a nós mesmos, nossos afetos para que seja tudo menos doloroso.
Escrevendo sobre a situação do Brasil um pequeno livro que deve aparecer em breve, observo ainda mais intensamente o que acontece, tanta coisa inacreditável mas real. Assim reflito quase constantemente sobre todas as loucuras, baixezas, perigos, sustos, desalentos – aqui e ali.
Nada é para sempre: as coisas más, as fases ruins, também hão de passar.
No cenário político, acusados reagem com ironias, ameaças, invenções: mas fizeram de nós um dos piores países do mundo, sobretudo em educação e segurança. Começamos a perceber o que se passa no nevoento território da política que fragilizou a economia, e é cenário de grave incompetência e irresponsabilidade.
A politica que fragilizou a economia, e é cenário de grave  incompetência e irresponsabilidade.
A política influenciou e dominou nossa existência nos últimos anos, com péssima gestão, péssimo planejamento, desorganização nas contas públicas, maquiagem do desastre que foi escondido de um povo mal informado e etc.
Espantoso: os desvios não eram efetuados por bandidos oficiais, mas por empresários que admitem, talvez forçados pelo medo, que, se não tivessem entrado no esquema de corrupção e pagado as irreais propinas, suas companhias teriam ficado de fora da roda dos mafiosos, prejudicando seus acionistas com veemência que de nada sabiam viviam em outro planeta.

Não saber passou a ser um triste refrão. 

A Conspiração dos imbecis
Revista Veja | Entrevista Umberto Eco  Eduardo Wolf, de Milão


O escritor diz que a internet dá voz a todo tipo de opinião desqualificada e que o jornalismo, tema de seu novo romance, deve atuar como um filtro para o que se lê na rede.
O castelo Sforzesco, em Milão, preserva tesouros da arte italiana, como a Pietá Rondanini, de Michelangelo. Um dos sóbrios edifícios residenciais em frente ao castelo abriga outro tesouro italiano:
Umberto Eco, filósofo, crítico literário e romancista traduzido em mais de quarenta idiomas. O autor de O Nome da Rosa, romance ambientado na Idade Média que vendeu mais de 30 milhões de exemplares, lançou neste ano Número Zero – que chega ao Brasil nesta semana, pela Record – um retrato crítico do jornalismo subordinado a interesses políticos. Na casa milanesa, onde conserva uma biblioteca de 30 000 livros, Eco (83 anos) recebeu a Veja para falar de jornalismo, internet, conspirações e literatura.
Foi um estrondo a sua declaração, em uma cerimônia na Universidade de Torino, de que a internet dá voz a uma multidão de imbecis.
O que o senhor achou da dimensão que o assunto tomou?
- Não estou falando ofensivamente quanto ao caráter das pessoas. O sujeito pode ser um excelente funcionário ou pai de família, mas ser um completo imbecil em diversos assuntos.
Com a internet e as redes sociais, o imbecil passa a opinar a respeito de temas que não entende.
É preciso filtrar, distinguir. Foi nesse sentido que defendi recentemente que os jornais, em vez de se tornarem vítimas da internet, repetindo o que circula na rede, deveriam dedicar espaço para a análise das informações que circulam nos sites, mostrando aos leitores o que é sério e o que é fraude.
Será que os jornais estão prontos para isso?
Isso é muito importante para os jovens, pois eles não tem aos 15, 16 anos, conhecimentos necessários para filtrar as informações a que tem acesso na rede. Assim como quem lê diversos jornais acaba aprendendo a distinguir abordagens distintas de cada um deles.
A crise do jornalismo começa nos anos 50, com a televisão. Depois da TV os jornais passaram a dizer, pela manhã, o que as pessoas já sabiam. Eles deveriam ter mudado – e não mudaram. Neste contexto, significaria reduzir o número de páginas, em vez disso, ampliaram o tamanho, sobretudo por razões de publicidade.
Os jornais exploram continuamente escândalos, como por exemplo, um assunto polemico envolvendo a pedofilia, Depois de certo tempo, o assunto começa a desaparecer, até que nenhum veículo tem mais nada a noticiar sobre o assunto. Os pedófilos deixaram de existir?
Certamente não, mas nenhum jornal pode insistir nas mesmas notícias por muito tempo.
Pode até ser divertido, enquanto tomo o café, ler mais detalhadamente uma matéria mais longa. Acredito que Hegel estava certo:

A leitura dos jornais de manhã é a oração do homem moderno. 

No livro, o fascismo de Mussolini é uma sombra sobre a história italiana do pós guerra. Qual é a cara atual do fascismo?


- O fascismo clássico, representado por Mussolini, desapareceu. A atitude política da Liga Norte, discriminatória e racista, é uma nova forma de fascismo. 

Trata se de uma questão de atitude política mais ampla do que a experiência histórica de Mussolini, e podemos encontra la em diferentes contextos históricos. Veja o Estado Islâmico, que eu chamo de o novo nazismo: querem aniquilar outras etnias, impor um credo, conquistar o mundo e etc. 

Entrevista com o ex presidente Fernando Henrique Cardoso


DEPOR UM PRESIDENTE ELEITO É UMA ARMA QUE A CONSTITUIÇÃO OFERECE AO CIDADÃO NAS DEMOCRACIAS. MAS ACIONÁ LA NUNCA É SIMPLES E AS CONSEQUENCIAS SÃO IMPREVISIVEIS

Por André Petry

Aos 84 anos, o ex presidente Fernando Henrique Cardoso ainda é a voz mais lúcida do PSDB e da oposição. Na convenção tucana, falou da crise atual e disse que seu partido "não pode fugir da responsabilidade de dentro da lei. Mais que qualquer outro líder em atividade, Fernando Henrique Cardoso, que enfrentou a onda do "Fora FHC", sempre tratou o Impeachment com a distancia respeitosa com que se trata uma bomba atômica. Recentemente, ao lembrar sua contrariedade a deposição de Lula no auge do mensalão escreveu:  Derrubar um presidente eleito pode fazer mal para a formação da cultura democrática. 

O Brasil com três décadas de liberdade, está formando sua cultura democrática. O Impeachment de Dilma não é uma saída simples. No entanto há políticos tratando do assunto com uma leveza incompatível com a sua gravidade. 

O Solidariedade, legenda de oposição, chegou ao ridículo de recolher assinaturas para pedir a abertura de impeachment contra Dilma apresentando uma justificativa que não fazia nem sequer menção à expressão "crime de responsabilidade". 
Podem se ler na imprensa frias analises táticas sobre o impeachment: Se for curto, beneficiará Aécio Neves, se for mais demorado, bom para Geraldo Alckmin, mas, se for adotado o regime parlamentarista para tirar Dilma, melhor mesmo para José Serra. Se novas eleições forem convocadas logo depois da deposição de Dilma, não será bom para Lula. 

Em 1992, Fernando Collor caiu porque se comprovou um crime que corroeu seu apoio politico que resultou no impeachment. Agora, a oposição bate em todas as portas em busca de um álibe jurídico. Collor foi alvo de um raro e bem sucedido processo. Talvez venha ser o mesmo caso de Dilma. Mas o que haveria acontecido no Brasil na eventualidade de que Collor tivesse terminado seu mandato?!

Prever o futuro do pretérito é tão arriscado quanto prever o futuro. Mas não existe nenhuma evidencia de que a permanência de Collor ate o fim do mandato teria jogado o pais em um turbilhão de caos. 

Logo depois da derrota no ano passado, os tucanos buscavam um meio legal para depor a presidente. Pediram ao STF auditoria no sistema eleitoral por suspeita de fraude. O impeachment que se pede nas ruas é até aqui, expressão de mal humor e legítima decepção. Não é golpe nem dos tucanos, nem dos manifestantes. A própria Dilma passou o recibo de sua má situação na entrevista à Folha de S. Paulo. Mas suspeitas e impopularidade não são razões para a anulação de um mandato presidencial. 

Fonte: Revista Veja 

A PRIVACIDADE E SEU CÓDIGO DE ÉTICA


Nota se a referencia as medidas necessarias isto é, uma possibilidade explicita de estabelecer o meio mais adequado da tutela para a privacidade que, muitas vezes, pode encontrar meios mais eficazes do que a compensação economica para sua proteção especifica. O que não implica em afirmar que a responsabilidade civil não tenha uma importancia primordial para a proteção especifica. O que não implica em afirmar que a responsabilidade civil não tenha uma importancia primordial para a proteção de dados pessoais. Tanto o tem que uma doutrina que proclama a existencia de um risco informatico qualifica que atividades como as de coleta, tratamento e transmissão de dados pessoais são atividade de risco que, segundo a disciplina da responsabilidade civil em nosso ordenamento pode ser considerada abrangida pelo regime da responsabilidade objetiva do art. 927 parágrafo unico do codigo civil. 

Na menção feita pelo CC2002 a vida privada sente se de imediato o eco da disposição Constitucional de proteção a vida privada presente no artigo quinto da Constituição Federal - que protege não somente esta como também a intimidade, a hora e a imagem. 

A proteção atribuida a privacidade pelo codigo civil de 2002 realizou se no bojo do capitulo referente aos direitos da personalidade e com atenção ao tratamento jurisprudencial que o tema vinha recebendo da tecnica de atualização utilizada pelo legislador em diversas outras ocasiões. 

A privacidade é componente essencial da formação da pessoa. A sutil definição do que é exposto ou não sobre alguém, do que se quer tornar publico. 


Art. 21 do Código Civil (Lei 10406/02)

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Robin Thicke - Can U Believe


Acordo Nuclear Brasil - Alemanha / 1975

Para entender o Acordo Nuclear  Brasil -Alemanha, assinado em 27 de Junho de 1975 durante o governo Ernesto Geisel (1974-1979), é necessário realizar um esforço de contextualização levando em consideração dois fatores: As relaçōes Brasil - Estados Unidos no setor de energia atômica durante a segunda metade do século XX
e a politica nuclear brasileira desenvolvida neste periodo. No decorrer da década de 1950, os Estados Unidos exercia total supremacia no campo tecnologico - industrial, particularmente no setor de energia nuclear. Diante este quadro, alguns países em desenvolvimento, entre eles o Brasil, resolveram enfrentar o desafio - desenvolver uma politica cientifica e tecnológica autonoma no campo nuclear. Essa foi a principal motivação para criação em 1951 do Conselho Nacional de Pesquisa - CNPQ. Durante seus primeiros anos de existencia nos meios cientificos e governamentais. Em 1956, a Comissão Nacional de Energia Nuclear desmembrada do CNPq, assume o comando da política nuclear brasileira em estreita colaboração com a política norte americana.
Desde Dezembro de 1953, os Estados Unidos propos um programa denominado atómos para a Paz, cuja filosofia consistia na utilização de energia nuclear para fins pacificos.
Na prática esse programa significava para os países não detentores de conhecimento cientifico e de tecnologia nessa area, continua na condição de importadores da tecnologia americana e exportadores de matérias primas.
Foi no ambito desse programa que o Brasil e os Estados Unidos assinaram em 1955, o Acordo de Cooperação para o Desenvolvimento da Energia Atômica com finalidades pacíficas, no qual ficou estabelecido que o Brasil compraria dos americanos reatores de pesquisa baseados na utilização da tecnologia do urânio enriquecido, para os seus laboratórios no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Esse acordo contudo gerou uma grande polemica nos meios cientificos brasileiros, acirrando um conflito que vinha se desenvolvendo nos ultimos anos e que perdurou até o final da década de 1960.
A compra do reator da westing house eletric corporation, em 1971 a ser instalado na usina nuclear Angra I representou a vitória do grupo favorável ao desenvolvimento de uma politica nuclear no país associada a tecnologia norte americana. A crise do petróleo em 1973, a expansão do mercado internacional de reatores nucleares e a adotar uma postura mais ousada, que incluisse a construção no país, de centrais nucleares, responsáveis pelo desenvolvimento das diversas etapas do ciclo de produção de energia nuclear. É nesse contexto que se insere o acordo assinado com a Alemanha 27 anos atrás. Por esse acordo, o país se comprometeu a desenvolver um programa juntamente com empresas alemãs lideradas pela Kraftwerk Union-KWU de construção de oito grandes reatores nucleares para a geração de eletricidade e de implantação no país de uma industria teuto brasileira para a fabricação de componentes e combustivel para reatores, por um prazo de15 anos.
O acordo com a Alemanha, apesar de não reverter a opção pela tecnologia do urânio enriquecido, permita ao Brasil desenvolver essa tecnologia dentro do país.
Além das pressões da imprensa e do Congresso norte americano, o Acordo Nuclear Brasil - Alemanha sofreu severas criticas dentro e fora do país no plano ecológico, politico e economico. Entre outras coisas, questionava se o destino a ser dado ao lixo atômico que resultaria da produção de reatores.
No plano interno, as criticas crescentes ao Acordo Nuclear Brasil - Alemanha, tanto por parte da comunidade cientifica, quanto da sociedade de uma maneira geral, resultam na instalação, na Camara dos Deputados, de uma CPI para investigar as supostas irregularidades do Acordo denunciadas pela imprensa dos dois países. Das oito centrais previstas apenas duas foram construídas. Em face dos resultados não satisfatórios do Acordo, os militares brasileiros começaram a desenvolver, a partir de 1979, um programa nuclear paralelo visando ao desenvolvimento de uma tecnologia nacional para o enriquecimento do urânio. Esse programa contou com a colaboração do centro técnico Aeroespacial - CTA, da Aeronáutica em São José dos Campos e do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares em São Paulo.

CURIOSIDADES GOVERNAMENTAIS - DIVERSAS FONTES


A bíblia existe antes da Constituição de 1988, antes dos considerados
formadores de opinião, antes da ciência e da religião. O considerado
livro sagrado traduz no antigo testamento episódios desde a criação do
Universo a Raça Humana - em Genêsis -  a Torre de Babel - em Exôdo - e
capítulos em Mateus, Marcos, João, Romanos,  Hebreus, Pedro -
finalizando em Apocalipse.

A origem da mitologia e suas interpretações compostas, descritas por
Jesus Cristo, discípulos e antepassados.O que há muito tempo
conhecemos como feitiçaria, já existia desde os primórdios.

Seguindo interpretações voltada ao mundo "espiritual" o catolicismo
além de ser uma das primeiras religiões (fundadas) sempre esteve em
fusão com uma cultura conservadora. E mesmo com a ascensão de
organizações e instituições, depois do conhecido episódio da francesa
Joana D' Arc e uma relação com o Vaticano (Roma/Italia) o domínio
voltado a questões políticas nos aproxima de uma proposta de
desaceleração no desenvolvimento.


Tempos depois foram aperfeiçoando outros segmentos religiosos como o
espiritismo, religiões africanas como o candomblé e umbanda - E os
considerados cristãos, apresentam neste atualidade como instituição a
Igreja Evangélica. Que mesmo contra a exaltação de imagens de santos -
segundo as escrituras sagradas, sempre existiram como simbologia no
Egito, na Roma antiga e Grécia.


O assunto religião se torna cada vez mais evitado entre debates ou
bate papo entre "conhecidos". Embora seja assunto de discussão
política até nos Congressos, e apesar desta conexão com o universo da
ciência, da tecnologia da informação e de tudo que absorvemos
diariamente, esta política se apresenta cada vez mais evidente dentro
de um formato conflituoso, cheio de questionamentos e sub divisão.
Existem varias vertentes quando o assunto é pecado, a proposta voltada
a educação e questões de ordem e respeito se tornam cada vez mais
ausentes.Os Ateus são mal interpretados quando declaram não acreditar
em Deus, mas alguns destes são primordiais quando estão ligados a era
científica de forma organizada, planejando e preparando as futuras
gerações.

Em meados de 1500 com o descobrimento do Brasil, onde Pedro Álvares
Cabral declara o visado território nacional, já habitada pelos índios
- entendemos o domínio, interferência e interesses de Portugal no
país.

Entre o século XVII e XVIII -  em época de escravidão, entendemos a
importância da importação africana em questões culturais como por
exemplo: a dança - como a capoeira, a comida - como a feijoada,
instrumentos de percussão feitos ou preparados a mão e assim por
diante.

Durante o 2º milênio a.C., a Babilônia foi destruída pelos hititas
(1531 a.C.) e submetida depois aos cassitas. A cidade tornou-se
assíria (séc. VIII-VII a.C.) e foi reconstruída. No século VII a.C.
Babilônia caiu nas mãos dos elamitas de Susa (hoje no Irã). O rei
assírio Senaquerib reconquistou-a em 698 a.C. e promoveu a sua
completa destruição. "Todos os habitantes foram passados pelas armas,
todos os edifícios foram nivelados, o zigurute (espécie de torre
sagrada) demolido, os canais aterrados com seus tijolos. A própria
terra da Babilônia foi ritualmente transportada e jogada a todos os
ventos. A Torre de Babel apresenta o Oriente médio e as relações
governamentais, quando os povos da região começaram a se desentender
entre seus povos através dos idiomas.


"Naquele tempo todos os povos falavam uma língua só. Alguns partiram
do Oriente e chegaram a uma planície em Sinar (Sinagoga/Templo
Israelita) e um dia disseram:

- Vamos construir uma cidade!
Assim usaram tijolos em vez de pedras. E também fizeram uma Torre muito alta.
A cidade recebeu o nome de Babel e segundo a bíblia "Deus" dividiu os
povos entre línguas diferentes - para que uns não entendessem os
outros.


Curiosidades governamentais:

"Revista Veja" edição 2436 - ano 48 n 30 - Junho / 2015
Sessão Panorama - conversa com pastor Eurico

Deputado Federal e pastor evangélico, ele tenta aprovar na Câmara uma
emenda para mudar o primeiro parágrafo da Constituição:

A tese de que o poder vem do povo foi defendida por pensadores como
Thomas Hobbes e Jean-Jacques Rousseau e ganhou mais força com a
Revolução Francesa. Não dá vergonha ir contra gente e fatos históricos
dessa grandeza?

- Citar pensador só acontece na hora que convém. Deus já esta na
Constituição desde 1988.
Só meia dúzia de Ateus é contra o projeto.

Ao entrar para a política, o senhor aceitou atuar num Estado Laico.
Misturar religião nesse ambiente aperfeiçoa em que o fundamento
político?
- Não vejo mistura de nada. E, se assim fosse, o PT está no poder e
defende um marxismo ateísta. Quer produzir no país uma negatividade de
Deus em nome da laicidade.


Diversas Fontes ( Principal - Google):


Jânio Quadros nasceu em Campo Grande (MT), filho do médico e
engenheiro agrônomo Gabriel Quadros, nascido no Mato Grosso. Se formou
professor de geografia e advogado estudou no colégio Estadual do
Paraná e mais tarde ingressou no colégio Marista Arquidiocesano de São
Paulo.

Sarney (1930/Maranhão) é político, escritor e jornalista. Assumiu a
presidência da República em 1985 com a morte de Tancredo Neves.
Convocou Assembleia Constituinte para elaborar a Constituição de 1988.
Autor de Obras como: Marimbondo de Fogo e Norte das Aguas.

CUT - Central Única dos Trabalhadores - Sindicato dos Metalúrgicos -
Luiz Inácio Pereira da Silva. Em 1968 na greve no setor metalúrgico
houve ocupação de fábricas e posterior intervenção da Força Pública
(hoje Policia Militar) para desocupa las. José Ibrahin, presidente do
Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco, aos 19 anos foi preso. Depois
foi um dos 15 trocados pelo embaixador norte americano Charles
Elbrick, sequestrado no Rio de Janeiro em 1969.

Avamileno candidatou se a vice prefeito na chapa encabeçada por Celso
Augusto Daniel,cuja estampa de galã e ex jogador de basquete levou o
partido de Lula a prefeitura do maior Município do ABC Paulista.

Uma reunião fora o pedido do candidato ao Senado Federal para acesso
ao membro da família Mesquita proprietária do Jornal O Estado de S.
Paulo. Ele queria convencer a agencia jornalística de que sua
candidatura era do Estado inteiro e não apenas de um partido no qual
militava seu colega de bancada José Genoino, que escrevia regularmente
artigos para a página de Opinião da Matutino. Agendou então, um
encontro do pretendente com um membro da quarta geração Mesquita:
Fernão Lara, diretor do Jornal da Tarde. Nadado que o candidato havia
planejado expor foi tratado na sala de reunião, pois os veículos
estampavam naquele dia a notícia da descoberta do cadáver de um
correligionário importante dele, Celso Augusto Daniel, que deixaria a
prefeitura de Santo André (ABC), para coordenar a elaboração do
programa de governo da candidatura favorita a presidência da República
de Lula.

Romeu Tuma,o xerife da inteligência do DOPS do famigerado Sérgio
Paranhos Fleury dirigiu este orgão, quando Lula esteve preso na greve
de 1980 e foi diretor geral da Policia Federal no governo Sarney - era
um delegado seccional no bucólico Município de Taboão da Serra na
grande São Paulo.

A Odebrecht fez contribuições pontuais ao Instituto Lula, dentro do
seu programa de apoio as iniciativas. A missão do Instituto traz entre
seus principais pilares a cooperação do Brasil com a África e América
do Sul, regiões onde a Odebrecht tem forte atuação há mais de 30 anos.

Na Venezuela de Hugo Chavez, só neste ano foram fechadas 34 emissoras
de rádio e TV. Na Argentina de Cristina Kirchner,o governo promove uma
perseguição ao grupo editorial Clarín. No Equador de Rafael Correa,
jornais e revistas podem se tornar reféns da concessão estatal
renovável a cada ano. Depois de chefiar a sucursal do Globo em
Brasília e de tornar se conhecido nacionalmente pelos comentários
políticos na televisão, Franklin assumiu a Secretaria de Comunicação
Social no governo Lula em 2007.

O depoimento do então secretário demissionário de Políticas e
Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério de Ciência e
Tecnologia, Luiz Antonio Barreto de Castro, em audiência da Comissão
Representativa do Congresso Nacional em 20 de janeiro é um dos
documentos mais relevantes e reveladores da incúria administrativa e
do cinismo político no Brasil. E da forma como esses vícios foram
levados a extremos do descalabro nas gestões petistas de Lula.
Infelizmente este testemunho não teve a repercussão merecida nos Meios
de Comunicação, nem provocou em nenhum dos Poderes da República e na
sociedade o debate que deveria ter provocado para que os absurdos por
ele indicados sejam evitados.

O primeiro absurdo já havia sido noticiado antes de o técnico ter sido
ouvido em vão pelos congressistas a convite da senadora Marina Silva
(Partido Verde - AC), que foi ministrado Meio Ambiente do governo em
questão.

Os brasileiros que não tiveram o privilégio de acompanhar esse
depoimento ou mesmo a audiência já sabiam que em 2005, quando um
tsunami devastou praias asiáticas, o (ex) presidente tinha firmado um
compromisso com outros 167 países, membros da Organização das Nações
Unidas (ONU) para instalar ao custo de R$ 115 milhões, um sistema de
radares. O Globo constatou que os responsáveis pelos PAcs, pelo PCTI e
pelo orçamento da União (inclusive os representantes do povo no Poder
Legislativo), não encontraram meios de conseguir 115 milhões para
salvar vidas em 500 áreas de risco e 300 sujeitas a inundações no
Brasil, mas autorizaram o pagamento de R$1,2 bilhão para construir ou
alugar prédios para repartições públicas. Na região Serrana,do Rio, na
Grande São Paulo e em Santa Catarina, só para citar os casos mais
recentes e urgentes,brasileiros morrem ao desamparo de seus
representantes e mandatários, enquanto a elite funcional federal se
refestela nas sedes do Tribunal Superior Eleitoral,da Polícia Federal,
do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) da
Agencia Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Ministério da Cultura.

Marta Suplicy foi deputada federal, prefeita de São Paulo, ministra do
turismo e da cultura e senadora. Foi casada com o francês Luis Favre
de 2003 a 2009.

José Luiz de Oliveira Lima e Marta Suplicy inauguraram a briga de
foice no escuro pelo troféu de Setembro.

"A Chefa" deixou de enxergar o Paulo Maluf quando viu o Ministério da
Cultura, confidenciou um dos 26 assessores enviados pela então
ministra Marta Suplicy para oficializar sua candidatura ao título de
homem sem visão. Segundo a mesma fonte,a vice presidente do senado
pretendia aprovar no congresso, antes de deixar a companhia de José
Sarney, um projeto de lei obrigando esta coluna a mudar o nome do
concurso para homem ou mulher sem visão. Ela diz que até Madre
Superiora acha coisa de machista, mas só vai tratar disso depois de
ajudar o Haddad perder a eleição em São Paulo. Fonte: Google

Fernando Haddad (Osasco) - Advogado - Antecessor: Kassab Foi ministro
da educação e atualmente é o prefeito de São Paulo -professor de
ciencia Política na USP - diplomado em Direito e mestrado em economia.
Trabalhou como analista de investimento no Unibanco (Santander). Em
2001 foi nomeado sub secretário de finanças e desenvolvimento
econômico por Marta Suplicy em 2003. Seu pai,Khalil Haddad imigrou do
Líbano para o Brasil aos 24 anos vindo a estabelecer se como
comerciante atacadista de tecidos. Sua mãe Norma Thereza, filha de
libaneses nascida no Brasil, formou se no curso de magistério.

Cury Habib Haddad, seu avô paterno ao ficar viúvo tornou se padre da
Igreja Ortodoxa do Libano. No país destacou se como líder na luta
contra o domínio francês,no período posterior a Primeira Guerra
Mundial. No Canadá enquanto trabalhava na dissertação de mestrado
fazia estágio em Odontologia.

Fidel Castro é advogado, comunista cubano, primeiro ministro de Cuba e
foi líder da Revolução Cubana. Seu governo foi e continua sendo
amplamente criticado pela comunidade Internacional por violações aos
Direitos Humanos.

College London é uma instituição britânica com principal campus em
Londres. Com foco em Ciência, Engenharia e Medicina (USP) integrou a
Tanaka Business School e um departamento de humanas. Ficou como quarto
melhor do mundo em Engenharia, tecnologia e biomedicina.