sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Bruce Parry na tribo Kombai, Indonésia


Quando estudamos entendemos através do contexto histórico a importância da politica Internacional e o impacto de todo conteúdo nas diversas parcerias. Entendemos desde do mundo primitivo ao mais desenvolvido, sub dividido em frações culturais e educacionais. 

Ainda somos estudados e mais do que nunca vigiados via satélites e radares, com investimentos cada vez mais alto. 

Os historiadores, os exploradores, os cientistas, os psicólogos mais avançados que utilizam a mesma técnica da linha de  Freud, com estudo focado na hipnose ainda estudam o passado, o presente e o futuro. Estamos rodeados desta era primitiva ou pré histórica - a era da proposta de inovação e modernidade. Que através de guerras, catástrofes e uma liderança marcante dentro do cenário politico se forma primordial para a guinada no desenvolvimento, principalmente de um país. 


A escravidão também conhecida como escravismo ou escravatura, foi a forma de relação social de produção adotada, de uma forma geral, no Brasil desde o período colonial até pouco antes do final do Império. A escravidão no Brasil é marcada principalmente pela exploração da mão de obra de negros trazidos da Africa e transformados em escravos no Brasil pelos europeus colonizadores do país. 


Muitos indígenas também foram vitimas desse processo. A escravidão indígena foi abolida oficialmente pelo Marquês de Pombal, no final do século XVIII. Os escravos foram utilizados principalmente na agricultura - com destaque para a atividade açucareira - e na mineração, sendo assim, essenciais para a manutenção da economia. Alguns deles desempenhavam vários tipos de serviços domésticos e/ou urbanos. 


A escravidão foi oficialmente abolida no Brasil com a assinatura da Lei Áurea em 13 de Maio de 1888, pela Princesa Isabel, regente do Império, em nome de seu pai, o Imperador Dom Pedro II. 

No entanto, o trabalho compulsório e o tráfico de pessoas permanecem existindo no Brasil atual, constituindo a chamada escravidão moderna, que difere da anterior. 

A escravidão já era praticada pelos índios, na sua forma mais primitiva, bem antes da chegada dos europeus. A maioria dos escravos eram capturados nas tribos inimigas e acabavam devorados. Entre eles (as Tribos) a escravidão não tinha nenhum valor econômico. Os cativos apenas serviam para serem exibidos como troféus de valor militar e honra ou como carne a ser devorada em rituais canibalescos que poderiam acontecer até quinze anos após a captura. Os escravos eram incorporados à comunidade, sendo que algumas escravas se casavam com os homens da tribo. 


Bruce Parry na tribo Kombai, Indonésia

A série Tribos, produzida pela BBC de Londres mostra as experiências do explorador e viajante Bruce Parry, que visita tribos que vivem isoladas e estão desaparecendo no mundo. Ele passa a viver com essas pessoas e, tanto quanto possível, adotar seus hábitos e práticas. 

Entre as tribos visitados estão os povos Adis, que vivem em Arunachal Pradesh, nos Himalaias, um recanto remoto da India; a tribo Suri, da Etiópia; os Kombais, caçadores-coletores na selva de Papua Ocidental; os babongos, habitantes da floresta tropical no Gabão; os Darhads, pastores nômades na Mongólia; e os Sanemas, xamãs da Venezuela. 

Ao longo da série, Bruce entra em contato com rituais, alimentação, costumes, lutas e armas como lanças, armadilhas e até venenos. Ele aproveita para estudar os efeitos do mundo ocidental nessas vidas que estão ocultas. Como a medicina, a religião e o estilo de vida ocidental estão mudando essas culturas remotas? 


A RELIGIÃO E A POLÍTICA



A religião é uma forma de fazer a política  seguir padrões conservadores, desde a primeira Instituição fundada a mais nova proposta. São diversas ações e partidos que compõe o cenário que conserva seus dogmas com o objetivo de não deixar o campo social desordenado e entender a ordem e resistência sobre  questões ideológicas. 

Existem varias religiões espalhadas pelo mundo, como por exemplo: o catolicismo, o budismo, o espiritismo, o islamismo, as religiões conhecidas e voltadas a uma seita como a maçonaria,  as religiões africanas, dentro delas o Candomblé, a Umbanda, Quimbanda e Magia Negra, o evangelismo - atualmente com uma das propostas mais altas dentro de variadas subdivisões - e assim por diante. 

Dentro de cada país e acompanhando todo cenário cultural e contexto histórico, os princípios religiosos foram importados - de Portugal, França, Itália, Africa, India, Jerusalém - e neste formato cada país, de acordo com toda proposta Constitucional, acredita em grupo em um Deus. 

Desde da criação do Universo, existem anjos ou demônios, a diferença está no entendimento acordado com todo contexto histórico de um país ou de um sub país e sua proposta educacional.

Aquilo que foi criado existe e marcará durante seguidos séculos. O entendimento e estudo, principalmente sobre religiosidade é imprescindível para as organizações, mesmo quando o assunto esta inteiramente voltado ao materialismo. 

A Piramide seguindo uma proposta de Hierarquia, não tem significado se estiver de ponta cabeça. Justamente por isto existe o fundamento da ordem, que atrai o progresso. A educação é o principal orientador que forma  e divide culturas em massa. 

Os Portos são pontos altos em questões da formação histórica e social, basta lembrarmos de onde saiam os Navios - da Africa e chegavam a índia, ou saiam de Salvador - Nordeste interligado a águas do Litoral, como o Porto de Santos e assim por diante. 


Há tempos existe e tornou se episódio super importante, principalmente sobre questões governamentais as guerras. Entre a liderança da Alemanha, dos Estados Unidos, da Rússia, Japão, China, Coréia do Norte e etc.

Os assuntos e interesses na importação, de petróleo, aluminio, fios, tecidos, proposta de engenharia eletronica ou tecnologica, nuclear e assim por diante. 

O sentido do domínio de um país sobre o outro, suas explorações e interesses, que geram o conflito, o estado de choque entre lideranças em diversos segmentos. 

Os países mais desenvolvidos, ou avançados já conspiravam contra ou a favor, por interesses políticos, sobre questões polemicas (assuntos evitados). Nos Estados Unidos os filmes americanos traduzem o cotidiano e toda proposta de mundo, desde do mais inofensivo enredo da Wall Disney, como Os Três Porquinhos a um filme de ficção científica como De Volta Para o Futuro, E.T, Lagoa Azul, Código da Vinci, ou filmes como Guerra nas Estrelas (Star Wars), Sherek, Família do Futuro, Réu Primário, A Procura da Felicidade, O Diabo Veste Prada, A Queda de Hitler, A Lista de Schindler, O menino do Pijama listrado entre outros como aqueles voltados a presídios e cadeira elétrica. 

terça-feira, 6 de outubro de 2015

A TRAIÇÃO

Desde a criação do Universo ou até mesmo antes disto, já existia a traição. Somos ou traímos alguém, primeiramente quando negamos a nós mesmos e segundo a quem sentimos apreço e respeito. 

A traição é além da margem de erros contínuos, e uma falha humana que insiste em deixar marcas ou registros. 
Ao nosso redor tudo não passa de "episódios" e uma longa ilusão. Aquilo que os olhos não enxergam, não doí, principalmente quando existe antes de tudo muito respeito.
Aquilo que nós, seres humanos buscamos, está sempre além daquilo que conseguimos alcançar, desde que exista objetivos em comum. 
Os sonhos podem ser equilibrados e isto depende da nossa condição passada, presente e projeto futuro.
Portanto querer chegar em algum lugar é o começo de tudo. A partir disto a decisão do que fazer, com quem e como chegar. 

A mentira é um hábito, e muitas ou na maioria das vezes, é uma forma de fugir de um determinado episódio. Há quem diga, que é uma forma de evitar o sofrimento do outro. Qualquer ser humano em condição comum ou no ápice brilhante é uma fonte de estudo e eterna inspiração, caso contrário, não existiria a arte. O que nos diferencia são as nossas atitudes, o valor que damos as coisas e aquilo que preservamos como o melhor que a vida nos deixou. 

Não somos apenas a cabeça, ou a parte física, somos e estamos muito além do mental, espiritual e desta proposta de inteligencia artificial. 

Das experiencias ao conhecimento e conclusões. Sem o alimento, sem o líquido, sem este combustível o corpo físico não esquenta ou não funciona - já que somos física e precisamos deste estado gasoso.  

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

O Descobrimento de Swar



Ficção Cientifica criada das nuvens 

Swar Y nasceu no final do século XIX em meio a uma continuação da guerra entre o estado conservador e a proposta de inovação via satélite para beneficiar a Ciência Humana, manter o campo social em ordem e melhorar a gestão de países poderosos como os Estados Unidos.  

Em épocas marcadas onde formaram se gênios, super importantes para valores que somariam a nova era, como o movimento cinematográfico, a criação de balões, aviões, relógio e diversos descobrimentos - aquilo que ficou para a história foi o contexto somado ao vazio e a frustração por falta de reconhecimento - porém melhorias e facilidades no desempenho voltado a organizações dentro de uma proposta Constitucional. 

Foram surgindo partidos que estudavam espécies, meios de inventar uma nova ordem e benefícios investindo alto em tecnologia para controlar toda a população e alienar os considerados "produtivos descartáveis". 

A era de uma guerra silenciosa, onde o controle fica nas mãos de uma cultura Medieval em um país onde não existe guerra no cenário atual - aquelas com soldado respirando poeira entre trincheiras, levando tiro e jogando granada em rivais. 

Já no século XX os universitários de algumas instituições se unem para criar um projeto idealizando um mundo que jamais existirá, com a proposta de um país livre onde a ideia era estudar o comportamento humano, os gêneros, a mente e o DNA. 

As informações são roubadas e somadas a propostas diferentes com o intuito de confundir os grupos, metades com boas intenções e outra parte com a má intenção que vai criando uma espécie de jogo - onde na verdade não passa de um segredo de estado para manter no poder quem sempre esteve. Desta forma os pontos baixos de uma hierarquia são quebrados e a proposta de uma revolução é a melhoria de países mais desenvolvidos e milhões de dólares em bancos internacionais. 

Para um grupo de gestores, a pesquisa de mercado para melhorar a administração não foi bem sucedida. 

O protagonista Swar é a fonte de estudo e leva uma vida comum, sem a possibilidade de comprar até mesmo um carro ou pagar suas contas por sofrer uma repressão. Depois de diversos acontecimentos, se dá conta que é vigiado e rastreado por um sistema que deseja ajustar sua rede de programas. Feito um androide programado por engenheiros eletrônicos, seres humanos que compõe o cenário de poder e influência e que estudam resistência, inteligencia e visão -do considerado terceiro mundo - este misterioso enredo tende a deixar uma marca registrada como nova proposta de universo. 

Para confundir uma determinada cultura de massa, o planejamento se forma desordenado e entra em questão a genética, filosofia, ciência, teologia e tecnologia com foco no mundo corporativo, onde também entra a abordagem sexual e preconceito social. 

Criado através de um imã, com bases na física e o estudo radiofônico Swar é visto como algo curioso, como uma espécie rara e comparado a um extra-terrestre. Desde criança sua ligação com a sinergia tecnológica é algo perturbador para quem acredita em demônios, sua ligação com a televisão já era um fato curioso, além do interesse em abrir rádios e fuçar como um cirurgião plástico. 

A missão distorcida somada a valores sociais e políticos. Tudo o que ele aprende é de forma dinâmica, organizada e eficiente. Neste formato gestores governamentais e empresários de diversos segmentos descobrem através dele a chance de se dar bem, além do que existe atrás das redes computadorizadas. 

Uma fração do projeto voltado a alternativas sociais são baseadas no cotidiano. Sem saber que já vinha sendo estudado, em uma de suas passagens profissionais, Swar descobre que contribuiria com certos desenvolvedores, com interesses óbvios, a melhorar o quadro mental de um ciclo social - a parte afetiva, profissional e principalmente familiar. 

Entre programadores é treinado como uma espécie de video game, é comparado a um soldado e a proposta da Aeronáutica, de Capitães, Generais e agentes secretos - que controlam sua mente até enquanto dorme - é manter o campo social e a segurança sob o controle deles. E aqueles que permanecem dentro de um formato repressor há mais de um século. 

Swar se enxerga dentro de um labirinto, onde precisa achar uma saída através de cada resposta. Enquanto isto seus inimigos ancestral e atuais tentam faze lo parar até mesmo de raciocinar e que delete da sua mente todas as informações adquiridas que pode beneficiar as espécies raras do futuro e abastecer as próximas gerações. 









VIDA e OBRA - Lima Barreto



Afonso henriques de Lima Barreto nasceu no Rio de Janeiro em 13 de Maio de 1881. Frequentou a escola publica, passando depois para o ginásio nacional. Completou os preparativos para o curso superior no colégio Paula Freitas e ingressou na escola Politécnica do Rio de Janeiro, que teve de abandonar, para incubir se dos cuidados do pai, que enlouquecera.

Passa a trabalhar na Secretária de Guerra, para sustentar a família. Isso não impede que ele frequente a boêmia e os meios intelectuais cariocas. Militou também na imprensa anarquista. Em 1914 foi internado em hospício, e mais uma vez em 1919, quando já aposentado por invalidez faleceu aos quarenta e um anos de idade em 1 de Novembro de 1922, vitima de ataque cardíaco.

Lima Barreto é o romancista mais importante do período conhecido como pré modernismo. Parte dos defeitos, que apontaram em sua obra decorrem do estilo que caracterizou, a obra de tantos escritores brasileiros do fim do século XIX e início do XX.

A sua escrita é antiparnasiana, numa época em que Olavo Bilac dominava a poesia brasileira e Coelho Neto, da prosa, era o romancista mais prestigiado.

Lima Barreto elaborou uma sátira incisiva de seu tempo. Modelou no romance alguns de nossos maiores problemas, como a questão da indiferença. A rigor não foi nem um ressentimento, nem um populista, como costuma ser pintado hoje. Foi um intelectual que conseguiu trazer para a literatura a voz reprimida das camadas pobres da população. Foi, um dos escritores que mais exerceram entre nós a crítica intensa e corajosa.

Em sua obra destacam três romances: Recordações do Escrivão Isaías Caminha (1909), Triste Fim de Policarpo Quaresma (1915) e Vida e Morte de M.J  Gonzaga de Sá (1919).

O romance Triste Fim de Policarpo Quaresma, saiu inicialmente em folhetins do Jornal do Comércio entre Agosto e Outubro de 1911. E cinco anos depois, foi publicado em forma de livro.

A obra focaliza fatos históricos e políticos ocorridos durante a fase de instalação da República, mais precisamente no governo de Floriano Peixoto (1891- 1894).

Podemos compreender o enredo como o desenvolvimento de três grandes núcleos: o retrato da personagem, a situação da agricultura e o levante da Armada. A personagem nos é apresentada através de dois planos: uma síntese de hábitos e uma estranha inclinação de caráter. Policarpo é funcionário do arsenal de guerra, suas relações de trabalho incluem principalmente o meio militar.

"É raro encontrar homens assim, mas o há, e quando se os encontra, mesmo tocados de um grão de loucura, a gente sente mais simpatia pela nossa espécie, mais esperança na felicidade da raça (Cap. IV).

Palavras como estas mostram o quanto a literatura de Lima Barreto era estimulada por uma utopia da racionalidade social.

Quais as sugestões que Lima Barreto reuniu em Policarpo?

Em primeiro lugar, nele estão alguns ecos de Dostoiévski e Machado de Assis, autores que souberam tratar muito bem do dificil limite entre a singularidade e aquilo que a sociedade aponta como extravagancia e desequilibrio mental.

Em segundo, está presente em Policarpo a velha tradição nacionalista, que vinha tanto da crítica quanto do romance e da poesia do Romantismo e que se enraizava sobretudo no orgulho, de uma terra incomensurável, promissora, orgulho este que originou aos tons ornamentais do romance de josé de Alencar e da poesia de Gonçalves Dias.

O pragmatismo de Policarpo procurou pôr em prática tudo em que ele acreditava, mesmo que o esforço lhe trouxesse prejuízos, zombarias e incompreensão alheia.

Afinal, não só aprendeu a língua dos índios, mas aprendeu a tocar violão e a cantar modinhas remotas, como aprendeu a plantar, alistou se na luta contra os golpistas da marinha, fez enfim, tudo que pode. Esteve internado, preso e morreu por suas romanticas convicções. Mas no fundo desse pragmatismo ingenuo, também havia uma séria critica a indolencia da Civilização nacional, feita a base de tradição agrária e monocultora, exportadora de matérias primas e importadoras de bem.

Lima Barreto mostra que a idéia de um Brasil autônomo e consciente é desconfortável. Como se o patriotismo fosse de fato, bonito, mas na condição de não ser levado a sério.

O nacionalismo de fachada foi um mito tão forte que conseguiu estender se pelo século XX adentro. O escritou levava a sério o mito nacionalista. Ele se põe de corpo e alma a experimentar, a tentar dar o primeiro exemplo. Provoca incomodo, era perturbador, porém inofensivo. Entretanto quis a sorte que esse "visionário" - como o chamara Floriano - se pusesse um dia contra o projeto das elites e criasse embaraços para elas, no momentoso caso da matança dos prisioneiros de guerra. Aí sim este precisou ser levado a sério.

A obra de Lima Barreto pode ser valorizada dentro daquela perspectiva que Marcel Camus apontou certa vez como a grande missão da literatura. Disse então Camus que "a arte é a expressão da mais alta revolta". E Lima Barreto não só foi um revoltado, mas teve todas as razões para se lo.

Há uma escrita ligeira e algo jornalístico, que se percebe no imediatismo da Sintaxe, na pressa em caracterizar tudo.

Outro ponto de relevo está na bela combinação da paisagem cultural com a solução trágica. O Triste Fim de Policarpo Quaresma não é apenas um romance de época, também não se limita aqueles traços que o classificam como o personagem plana ( os hábitos, a idéia fixa, as reações padronizadas).

De certa forma, vai demonstrando uma discreta, mas gradual consciencia de que fora um inocente útil, e as horas que precedem seu fim demonstram claramente essa mudança.

Quanto ao conjunto dos personagens, podemos dividi los num grupo dos "incorformados" como o próprio Policarpo e o grupo dos que se voltam apenas para seus interesses particular. Albernaz, o general que ansiava casar as filhas, Caldas, comandante sem esquadra, Genelício, bajulador e o próprio Floriano que, apesar de ídolo político, dependia das hipotecas que pesavam sobre duas de suas propriedades.

Eterno Charlie Chaplin


Ator, imitador e dançarino, Londres, Chaplin, criado na profissão, fez sua estreia em Oxford, em participação especial, aos 10 anos de idade, tem trabalhado com várias das companhias de Charles Frohman - interpretando Billy em Sherlock Holmes) e em mitos dos principais teatros de variedades em Londres e nas provincias.


Uma mistura de história social corajosa, romance e ciência médica, o livro começa com Weissman dissecando o tempestuoso cortejo e o desastroso casamento dos pais de Chaplin. Depois nos leva ao mundo do teatro de variedades. Dá vida às ruas do sul de Londres, ao orfanato Hanwell e, finalmente, por um novo angulo, à Hollywood dos anos 1910 e 1920.
Chaplin não foi apenas grande: ele foi gigantesco. Em um mundo arruinado pela guerra, ele trouxe o som do riso e alívio para tantas pessoas que necessitavam de alento durante períodos tão dilacerantes como a Primeira Guerra Mundial e a Grande Depressão.


A cegueira era um substituto intuitivo para a loucura na imaginação criativa de Chaplin. Perder o contato com a realidade olhando para o nada perdendo o foco era como aos 9 anos, Charlie imaginara Lily no momento em que Syd saiu do campo de futebol em NorWood e tentou explicar o que significava um colapso mental em termos que seu irmão mais novo pudesse entender. Em meu desespero eu a via olhando pateticamente para mim mergulhando em um vazio, foi o modo como compreendeu por que ela não poderia mais cuidar dele.

Restaurar a sanidade da mãe era tão importante para a criança Charlie quanto restaurar a visão da jovem cega para o personagem cinematográfico Carlitos em Luzes da Cidade. Costurar e vender flores eram trabalhos igualmente marginais na Londres do final do século XIX. E o sentimento de relação umbilical de Carlitos com a garota era basicamente como o sentimento de ligação de Charlie com a mãe. A despeito do fato de que ele estava consciente da aparencia dramaticamente mudada de sua mãe nos seis meses anteriores ao seu primeiro surto psicótico, ele sem dúvida continuou a pensar nela como a divina Lily sempre que sentia sua falta durante a separação em Cane Hill, assim como fizera durante a separação em Hanwell.

A provação cada vez mais infeliz de Charlie ficar no fogo cruzado alcoólatra entre seu pai e Louise levou a um desejo cada vez mais desesperado de voltar para a mãe. Com a vida cotidiana deteriorando para todos os que viviam no apartamento de Kennington Road, a dupla fantasia de Charlie - de resgatar a mãe da loucura e de ser resgatado por ela das agressões diárias que sofria, se tornou cada vez mais urgente.

Charlie se consolou para dormir, em casa e nas ruas, sonhando em se reunir a sua mãe milagrosamente recuperada e novamente bonita.

Trinta anos depois, as fantasias infantis de resgate de Chaplin ajudariam a dar forma a trama de Luzes da Cidade e forneceriam as emoções para a cena final de reunião entre seu personagem derrotado e  a delicada florista.
Dostoievski certa vez disse que as melhores coisas que você escreve vem de um lugar que você não compreende, o modo pelo qual Chaplin chegou à trama de Luzes da Cidade sustenta essa observação.

Teria Chaplin relacionado a cegueira da florista a loucura de Lily? Será que o milionário alcoólatra lembrava a ele o grande bebedor e auto destrutivo Charlie Sr. enquanto seguia pelo labirinto da trama, filmando sua história autobiográfica ao longo de um período de três anos entre 1928 e 1930?

O clímax do filme na verdade foi o ponto de partida para sua história de amor.

A MATEMÁTICA E A SUA LÓGICA


Um dos assuntos mais solicitados, talvez em questões de matéria vem sendo a matemática, sem a palmatória, mas com a mesma pressão sobre a lição e a lógica ou exata. Um dos principais políticos voltados a este quesito é Paulo Maluf e foi Eduardo Campos.

A matemática é sem dúvida a ponte principal para chegar a Consultorias, a contábeis, ou seja, a fonte fundamental para complementar a lógica ou a logística dentro do mundo dos negócios.

O cenário se apresenta de forma desconcertada, onde uma proposta não condiz com a realidade das novas idéias e a República Representativa do país.

A frente ganhamos a figura feminina para representar o Brasil, com a presidencia de Dilma Roussef, apoiada por Luiz Ignácio da Silva, que defendeu há anos uma cultura voltada a raizes machista, camuflada de boas intenções e parcerias.

Sem sobra de dúvidas a matemática é primordial, principalmente quando complementa a tecnologia e o sistema desde bancos a redes publicas e privadas, desde de grades e sistema para Bares e Restaurante e escritórios.

Afinal, o nosso sistema está há quantos anos ou tempo nas mãos de parceiros, para onde vai este dinheiro e o que responde a Lava Ajato e a Petrobrás?

O momento é de Recife - quem sabe os de lá de cima - momento de Pernambuco, Salvador - quem sabe Dalí - Bahia, Maranhão, Belém, Ceará, Fortaleza e para fugir um pouco do foco principal do Turismo e um dos considerados cartões portais do país, ainda temos o Rio de Janeiro, Petropolis, Angra dos Reis, Niterói e assim por diante.

O Verde literalmente destaca o carro "Abre Alas" como partido, fumaça, camisa ou futebol e assim vamos pulando este carnaval. Parece que é o momento de avançar o sinal, de acelerar e quem sabe os carros chegam mais rápidos a Argentina, ao Paraguai, Buenos Aires e tantos outros pontos em alta da América Latina.

O Nordeste vem sendo uma das apostas do Brasil, para importar, migrar e para o momento Turismo interligado de Sudeste, Nordeste ao Sul do país.

A matemática é tão importante quanto o nosso português, que vem sendo esmagado pelos números ou até mesmo apagados. Os números seguidos de quânticos, porcentagens, frações, somas, subtração, divisão e multiplicação.

Sem as contas não existiriam as despesas, as pendencias, as compras e vendas, Comércio Exterior, tampouco contrato ou desorganização em brol da burocrácia. Há anos temos dificuldade para ordem e organização.

A eficiência governamental já existiu em gestões mais antigas, mesmo entre suicidios, assassinatos, perseguições e Impeachment. O quadro apresentado é assustador, pois existe a liberdade de expressão, a internet contribui para a expansão de informações, que podem ser lidas pelo mundo inteiro, com grandes chances de repressão e manchetes sangrentas, ou pedido de morte.

De forma clara e por questões obvias, voltada a cultura absorvida durante séculos, o jogo de braço entre homem e mulher, entre negro e branco, entre negros e nordestinos ou paulistanos e paulistas, entre classes e territórios se apresenta sem fundamento para discussão de valores e forma de gestão governamental. Estudar as fórmulas e concluir a prova real da matemática nunca foi tão importante para os avanços atuais.

Em Alagoas o assunto ainda é o Impeachment de 1992 - do ex. presidente Fernando Henrique Cardoso de Mello e quase no final deste ano de 2015 o assunto é o possível Impeachment da presidente Dilma Rousseff no calor de uma Olimpiada que acontecerá em 2016.

Os jornais apontam escandalos voltados a episódios continuos de corrupção e assim muitos se distraem com o tema que se repete sem punição. Com esta proposta vamos nos tornando um país tercerizado, onde parte desta fração será a Amazonia, a Mata Atlantica, quem sabe os Portos e nas fronteiras ficarão guardas africanos, muçulmanos, ou quem sabe latinos?

Será que para a proposta da guinada no cenário político é o Partido Verde, com o RIP a frente, focado no bem estar e saúde mental, sem carne no meio, com todos andando de bicicleta entre flores e carros, na cidade metropolitana?

Quem irá desafogar este país, estamos em estado de choque ou alerta?