segunda-feira, 9 de novembro de 2015
O papel da Unesco
RELAÇÕES Étnico- Raciais- O papel da Unesco
A organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), desde sua fundação, declara que elucidar a contribuição dos diversos povos para a construção da Civilização, seria um meio de favorecer a compreensão sobre a origem dos conflitos da discriminação racial.
Garanhuns - A Suíça Pernambucana?
Garanhuns
Suíça Pernambucana/ Cidade das Flores/ Cidade Jardins
É um município brasileiro do Estado de Pernambuco.
O Comércio Garanhense é bastante diversificado, característica principal da sua função centralizadora no Agreste Meridional de Pernambuco. Seu pólo comercial é servido por uma grande variedade de redes como:
Casas Bahia, Cacau Show, Subway, Lojas Americanas, Eletro Shopping, Magazine Luiza, Farmácia Pague Menos, Todo Dia, Don Pastello entre outros.
Originalmente suas terras eram ocupadas pelos índios do ramo dos Cariris, quando por volta do século XVII, brancos e negros fugidos da sujeição dos holandeses ocuparam as regiões de brejos, lá estabelecendo se em aldeias esparsas. Em 29 de Setembro de 1658, o Mestre de campo Nicolau Aranha Pacheco, o Capitão Cosmo de Brito Cação, Antonio Fernandes de Aranha e Ambrósio Aranha de Farias receberam do governador na época em exercício, André Vital Negreiros de Araújo uma sesmaria com cerca de 20 léguas de extensão.
Na saúde, diversos hospitais, empresas de saúde e assistência médica estão instaladas.
O Município, pelo seu diversificado comércio e oferta de Serviços, tem no Turismo um importante fator de geração de emprego, renda e desenvolvimento.
A cidade detém uma rica cultura de turismo, fortalecida ao dinamismo da Secretaria de Turismo.
Dispõe de uma grande rede de empresas prestadoras de serviços e de hotéis.
Igreja Matriz de Santo Antonio - O início do povoamento de origem européia das terras onde se situa o município de Garanhuns data do século XVII. Fugindo ao jugo Flamengo e a escravidão, brancos e negros se deslocaram para a região habitada por indígenas.
Até o início de 2014, o município comemorava o dia da sua emancipação, ano que foi alterada após uma pesquisa realizada pelo presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Garanhuns no Museu do Tombo, em Portugal.
Ao entrar em contato com arquivistas do museu, o presidente, que buscava por documentos velho a cidade, encontrou a Carta Régia do Município, assinada por Dom João IV que elevava Garanhuns a categoria da Vila.
Garanhuns é cercado pelas Colinas Antas, Columinho, Ipiranga, Magano, Monte Sinai, Quilombo e Triunfo, a uma altitude de 842 metros acima do nível do mar no marco zero do município, podendo variar conforme o local.
O Parque Municipal Ruben Van der Linden foi assim nomeado em homenagem a um ilustre cidadão formado em Engenharia Elétrica, que elaborou e executou o plano de Abastecimento de Luz e Água da cidade.
Em 2010, das pessoas ocupadas maiores de 18 anos estavam empregadas na indústria extrativa e 7,11% na indústria de transformação. Uma das poucas significativas indústrias contidas na cidade está uma unidade fabril da Unilever, além de indústrias direcionadas ao setor alimentício, principalmente laticínios como as unidades da Parmalat e da Marca Bom Gosto.
sábado, 7 de novembro de 2015
Do Livro (ed. Brasiliense 1978) - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos
Eduardo M. Suplicy
Para não pigmentar a imagem
" O que fez a CNTI" , continuou João Paulo, para contestar esse modelo predatório, que permitiu uma concentração de rendas, que transformou os sindicatos em meros adjuntos do governo, fazendo deles simples órgãos e o que fez para protestar contra a cassação de mandatos de dirigentes sindicais e de condenação dos processos de exploração do nosso povo?
João Paulo Pires Vasconcelos, Luís Inácio da Silva, Jacó Bittar, Arnaldo Gonçalves, Hugo Martinez Perez, Benedito Marcílio da Silva e outros entre a nova geração de dirigentes sindicais terão a oportunidade a partir de amanhã de tratar um intenso debate em torno dessas questões com os dirigentes mais acomodados.
Disse o professor Delfim Neto: Toda essa questão nasceu de um relatório do ministro Simonsen no qual ele demostra que, se o cálculo dos índices de 73 tivesse tomado por base os preços num pretenso mercado livre, a inflação teria sido aproximadamente de 23%. Porém os chamados preços vingentes no mercado livre correspondiam a um segmento não superior a 20% do mercado consumidor.
Essa foi a primeira vez que o professor Delfim Neto se dispôs a discutir em maior detalhe, publicamente, o relatório do ministro Simonsen foi publicado na imprensa a sua revelia. Foi até por uma interessante combinação de esforços jornalísticos entre a Gazeta Mercantil e a Folha que se conseguiu identificar o autor do documento confidencial ao presidente Ernesto Geisel em 1974.
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
O que existe por trás da gestão da Petrobrás desde 1980
Engenharia química é o ramo da engenharia responsável por projetar, construir e operar plantas industriais. Conhecida como um ramo que combina Química, Biologia, Física, Computação e Matemática.
Numa definição mais formal, dado pelo American Institute Of Chemical- Engenharia Química é a área/profissão dedicada a concepção, desenvolvimento, dimensionamento, melhoramento e aplicação dos Processos e dos seus Produtos. Neste âmbito inclui se a análise econômica, dimensionamento, construção, operação, controle e gestão das Unidades Industriais que concretizaram esses processos, assim como a investigação e formação nesses domínios. Embora a engenharia química tenha sido concebida inicialmente na Inglaterra, sofreu seu desenvolvimento principal nos Estados Unidos, impelida pelo Petróleo e indústrias químicas, e depois pela indústria petroquímica, com a produção de plásticos, Borracha Sintética e fibras a partir do petróleo e do gás natural.
Maria das Graças Silva Foster- Graça Foster- é uma engenheira química brasileira, executiva da Petrobrás, foi diretora de gás e Energia, assumindo a presidência em 2012. Formada em Engenharia química pela Universidade Federal Fluminense em 1978, Mestre em Engenharia nuclear pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), cursou MBA na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro.
Graça Foster é casada desde 1985 com o engenheiro e empresário inglês Colin Foster, com quem tem dois filhos, a médica Flávia e o jornalista Colin. Ingressou na Petrobrás em 1978 como estagiária no CENPES. Depois de formada exerceu a função de engenharia de perfuração, seu primeiro cargo como funcionária na empresa.
De 2003 a 2005 esteve a frente da Secretaria de Petróleo, gás natural e combustíveis renováveis do Ministério de Minas e Energia, comandado pela presidente Dilma Rousseff. Em 2005 assumiu a presidência da Petrobrás Química.
Curiosidades sobre o Partido Verde (PV)
Surgiu no cenário politico da decada de 1980 baseado nas tendencias ambientalistas em curso na Europa, tendo entre seus articuladores artistas, intelectuais, ativistas e ecologistas. O partido foi fundado em janeiro de 1986 no Rio de Janeiro. Um grupo composto por escritores, jornalistas, ecologistas, artistas e também por ex-exilados políticos.
Hoje, o Partido Verde é parte decisiva na política australiana. De la migrou para a Nova Zelandia e, depois, para a Europa e o restante do mundo.
O partido surgiu no cenario politico brasileiro da decada de 1980. As manifestaçoes eram pontuais e centradas em questões como as usinas nucleares de Angra dos Reis, a poluição em Cubatão, Amazonia, Pantanal, a caçadas baleias.
No Brasil, a primeira manifestaçao politico partidaria com o nome de Partido Verde ocorreu no estado do Paraná em 1982. O candidato a Deputado Federal pelo PTB, Hamilton Vilela de Magalhães, utilizou em sua propaganda o nome do Partido Verde e uma baleia como simbolo. A fundação aconteceu em janeiro de 1986 .
Em 1997, o Partido Verde cresceu em representatividade com a filiação do ex-prefeito de Vitória e então Governador do estado do Espírito Santo, Vitor Buaiz, que passou a ser o primeiro Governador Verde do Brasil. Em 2003, o PV integrou a base de apoio do recém-empossado governo federal, assumindo a pasta do Ministério da Cultura, com Gilberto Gil como ministro.
Curiosidades sobre Partido Democrático Trabalhista (PDT)
Um partido político brasileiro de centro-esquerda e de ideologia trabalhista, fundado por políticos e intelectuais brasileiros no final da década de 1970, logo após o inicio do processo de abertura politica da ditadura militar.
O PDT é o unico partido brasileiro a integrar a Internacional Socialista. O partido de origem da atual presidente Dilma Rousseff, que o trocou pelo Partido dos Trabalhadores no ano 2000, a convite do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e amigo do fundador do partido Leonel de Moura Brizola, com efeito, uma das legendas de situações a do atual governo, estando a frente do Ministério do Trabalho e Emprego.
A ideologia trabalhista tem inicio na Inglaterra, com a criação de sindicatos que visam lutar pela qualidade de vida trabalhista.
Com a anistia política e o fim do bipartidarismo no final dos anos 1970, Leonel Brizola, ainda no exílio, resolve reunir políticos e intelectuais progressistas para a refundação do trabalhismo na vida partidaria nacional. E nesse sentido que um congresso é realizado na cidade de Lisboa, Portugal culminando ao final com a redação de um documento que ficou conhecido como Carta de Lisboa, e que é considerada como fundação do PDT.
Segundo o TSE, sua fundação ocorreu em maio de 1980 (seu registro, porém foi concedido em 1981).
O ponto de vista sobre educação X educar
O mundo anda interligado ao novo espaço e formato tecnológico apresentado como inovação e modernidade.
No entanto, ainda no século XXI existe criança (não adolescente) que não tem caneta, canetinha ou um caderno para levar a escola, quem dirá um fichário!
A educação escolar é apenas um composto sob a educação que sai primeiramente dos lares.
O que existiu dentro do formato sociologia e política, continua com a mesma proposta, porém com ferramentas que acompanham as atualizações constitucionais.
O novo método de implantação, para aniquilar papel e caneta através de um Tablet para deixar as mochilas mais leves e colunas mais retas, em meu ponto de vista é o pior dos acontecimentos e a real catástrofe educacional.
Eu nasci em 1984, quando cursava a quinta serie, um rádio dentro da sala de aula era considerado crime e chamada para diretoria. Talvez um exagero, porém episódio verídico.
Um país no mínimo deve ter estrutura e bases educacionais para importar idéias.
Talvez um joguinho no Tablet seja mais interessante que um bloco de notas para digitar a resenha de um livro ou texto e isto depende da orientação educacional que a criança absorve.
O material físico ao meu ver, não pode ser aniquilado!
Mesmo com diversas propostas de modernização e inovação tecnologica, isto não deve ser substituído por toques com as pontas dos dedos. Mesmo porque a tecnologia nunca foi e jamais será garantida, jamais será uma fonte segura como arquivo ou dados.
Os vinis foram substituídos pelos Cds, porém as editoras e os veículos de comunicação não podem minimizar e destacar apenas a importancia on line, substituindo o material físico- livros, jornais e revistas. O formato on line nunca será um arquivo totalmente seguro.
O conhecimento e os avanços sempre serão importantes, mas que nunca acabe os métodos antigos, as antiguidades precisam sobreviver as novas propostas e ao novo tempo.
Por: Luciana Allan
Evangelista Fernanda, minha filha de quinze anos, que atualmente está no primeiro ano do ensino médio, tem um grande sonho: estudar com a ajuda de um tablet. Mas ela não quer deixar de escrever e enterrar a letra cursiva – o que eu, sinceramente, concordo: os estudantes devem continuar a registrar algumas observações no bom e velho fichário, um método que jamais deixará de existir no processo de aprendizado. Ela quer apenas ter mais agilidade (encontrar o conteúdo de todos os livros em poucos cliques), acesso a um conteúdo mais instigante e, principalmente, mais comodidade. Mas se a Fernanda adotasse um tablet já no próximo ano letivo, a tecnologia realmente seria útil para seus estudos em sala de aula? Apesar dos inúmeros aspectos positivos que tornarão sua utilização pelas escolas inexorável, precisamos considerar também diversos desafios que, infelizmente, ainda precisam ser vencidos para levar os livros didáticos para o iPad, o Kindle, o Galaxy ou qualquer outro tablet tão rapidamente quanto esperam os estudantes desta nova geração que já nasceu conectada. Vamos avaliar os aspectos que podem ser negativos e quais serão os positivos com a chegada dos tablets nas escolas nos próximos anos.
A grande maioria das editoras ainda está apenas planejando lançar livros didáticos para tablets, o que inviabilizaria uma substituição do material didático impresso por conteúdo digital em larga escala. A adoção imediata pelas escolas incentivaria as editoras a acelerar lançamentos de livros didáticos para tablets para não perder mercado para as concorrentes que se anteciparem na digitalização de conteúdos. Preparo dos Professores para lidar com as novas tecnologias Os professores ainda não estão, em sua maioria, preparados para utilizar as tecnologias digitais, valendo-se ainda de recursos tradicionais para dialogar com os alunos na expectativa que eles aprendam, o que é um grande desafio em uma geração que cresceu em meio aos bits e bites. Nas mãos dos professores, os tablets ainda não seriam utilizados em todo seu potencial. Com a implementação antecipada dos tablets, as escolas serão obrigadas a investir rapidamente na formação do corpo docente para que os professores aprendam a aplicar as novas tecnologias em sala de aula, melhorem a qualidade do ensino e consigam envolver e motivar os alunos, incrementando a curva de aprendizado na medida em que conquistem seu interesse para um conteúdo mais interativo, dinâmico e atraente. Custos e Reaproveitamento Todos os anos as editoras enviam livros impressos para que os professores os avaliem e escolham com quais querem trabalhar no próximo ano letivo. Os livros são sempre atualizados para novas edições e não podem ser reutilizados, sendo destinados, apenas e eventualmente, para reciclagem. Sabemos que qualquer mídia em papel tem os dias contados e com os livros didáticos não será diferente. Mas as editoras ainda não acordaram para esta nova realidade e, por isso, os tablets ainda não terão grande utilidade na sala de aula e serão apenas mais um peso na mochila. Na medida em que lançarem livros para tablets, as editoras serão forçadas a cobrar apenas pelas atualizações e não mais pelos relançamentos das edições que trazem conteúdos muito semelhantes aos das edições anteriores. Os conteúdos baixados nos tablets serão 100% reaproveitáveis e terão que ser cada vez mais inovadores, interativos e divertidos para entreter os estudantes. Por mais este motivo, quanto mais rápido o mercado editorial começar a desenvolver materiais em formato digital, melhor será. Se as escolas incentivarem o uso dos tablets, as editoras serão obrigadas a embarcar na digitalização. Isso é tão certo quando a música digital ter matado o CD. Nesta rápida análise fica claro que, mesmo com estes empecilhos para uma rápida adoção, não há motivos para esperar. As escolas não terão nada a perder em incentivar o uso dos tablets o mais rápido possível. As tarefas escolares, com certeza, se tornarão muito mais divertidas, lúdicas e práticas com o suporte de um tablet. Com poucos cliques, os alunos terão acesso aos conteúdos essenciais e uma infinidade de conteúdos extras, a qualquer momento, não precisando inclusive se deslocar em momentos pontuais para o laboratório de informática.
Fonte: indicadores Aprendizagem Leitura Comportamento Gestão Escolar Politica Publica Educação Boletim da Educação
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
História do Futuro - O Horizonte do Brasil no século XXI
O Brasil está prisioneiro do imediato. O presente virou um redemoinho que suga e impede o país de escrever seu futuro. A crise que nos atinge em várias frentes assusta e paralisa. Somos o primeiro país em biodiversidade do mundo. E daqui em diante o planeta precisará mais dela. Somos o segundo maior reservatório de água doce. No futuro a escassez será recorrente. Temos o maior potencial de energia renovável por quilômetro quadrado. A maior floresta tropical do mundo não precisa ser derrubada para ampliarmos a produção porque as técnicas de produtividade estão denominadas. Os tempos de crise fazem o país esquecer suas vantagens e não ver o futuro. Retrocessos nos deixam desolados. O número de brasileiros não é tão grande que seja um peso nem tão pequeno que seja um limitador. Nos próximos 30 anos, vamos apressar o passo em educação não por um lema de governo. As famílias valorizam mais a educação. A economia sairá dessa crise como saiu de outras que ameaçaram roubar nosso futuro. Hoje temos um mercado interno mais amplo, estabilidade monetária... Na vida dos países há momentos decisivos. Países como pessoas, vivem períodos em que nenhum fato relevante acontece, como se o tempo parasse. Foi assim nos 14 anos entre a chegada da corte portuguesa ao Brasil e a independencia e no biênio que nos trouxe abolição e República. Vivemos agora outra hora de escolhas decisivas neste que é o mais longo período democrático desde a queda da monarquia. Aqueles foram momentos fundadores do país, agora é a chance de lançar as bases para o futuro ou vivermos o risco de perde lo. Em uma viagem de trabalho a Argentina, em 2003, fui filmar um panelaço que saiu as ruas. Em época de transição, com abruptas mudanças de cenário, previsões categóricas envelhecem. Não tenho pretensão de fazer previsões e sim de ajudar com aquilo que o meu oficio me ensinou. Jornalista deve olhar os sinais, entrevistar quem sabe, analisar os dados. Neste livro, uso as ferramentas que a profissão me deu para fazer a prospecção das sementes do tempo que virá. Tudo depende do mapa que seguimos para chegar ao objetivo. O futurólogo australiano Peter Ellyard diz em seu livro - Destination 2050 - que nós não podemos criar um futuro que inicialmente não imaginamos. Imaginemos o nosso sobre bases sólidas, o curto prazo, ás vezes, nos faz reféns do pensamento negativo, mas é possível supor que o Brasil atingirá níveis elevados de desenvolvimento nas próximas décadas. Em dez anos, o Brasil pode dobrar sua produção de grãos, continuar elevando o volume das Safras nos anos seguintes e, ao mesmo tempo, alcançar o desmatamento líquido zero. Somos o país com maior biodiversidade no mundo, temos terra e àgua em abundância. Parece uma afirmação alienada para quem tem em mente a crise hídrica de 2014-15. O futuro da escassez, de risco de colapso de abastecimento, de conflitos entre entes federados pelo direito a rios comuns nos visitou. O futuro é feito de incógnitas e surpresas, e de escolhas. A conjuntura muda porém há tendencias que já estão decididas. Na manhã de uma semana confusa eu fui ao 22 andar do prédio da Petrobrás, no Centro do Rio de Janeiro, conversar com a presidente Graça Foster. A pauta jornalística estava ocupada por controvérsias sobre a maior empresa do Brasil. A crise pioraria muito nos meses seguintes. Pedi uma convera sobre os cenários da estatal e do Petroleo e durante uma hora, 35 minutos e 32 segundos Graça respondeu as minhas perguntas sobre o planejamento estratégico para 2030 com uma calma que não denunciava o tamanho do fosso do qual a empresa se aproximava. Eu desligava o gravador quando o presidente invadiu como um bólido a nossa conversa. Pálido um assessor interrompeu o encontro e disse: - Eduardo Campos acaba de morrer num acidente aereo. Era o trágico dia 13 de Agosto de 2014, em que o país perdeu um jovem politico com carreira promissora, que concorria a Presidencia com a esperança de ser uma alternativa a polarização PT X PSDB. Um pedaço do futuro politico do país acabava de desaparecer. Uma nova etapa da eleição começava a partir daquela tragédia, pensei enquanto me dirigia a sede de O Globo. As oscilações nas pesquisas foram intensas e os partidos que disputavam a Presidencia tiveram de refazer suas estratégias. Outras mudanças drásticas aconteceram nos seis meses seguintes. O preço do petróleo caiu para um nível que não estava no radar de nenhuma empresa do mundo. A diretoria foi trocada e Graça perdeu o cargo. Uma agencia de risco rebaixou a nota da estatal, ela perdeu o selo de bom investimento e passou a ser um ativo de risco. Para enfrentar a crise precisou alterar seu planejamento. Você pode pensar que a entrevista foi perda de tempo porque muita coisa mudou na empresa e no mercado em que ela atua. Aprendi que, mesmo em um tempo nervoso, quando a terra treme, a utilidade de uma conversa sobre o longo prazo permanece baseado não no cargo que exercia, mas em sua experiência de 35 anos no setor. Graça me disse que o Brasil será um grande produtor de Petróleo, o mundo vai usar menos combústiveis fósseis, haverá um imposto mundial sobre emissões. Ela previu a queda do preço do petróleo, mas pensava que ele cairia menos e mais tarde. O brasileiro está insatisfeito com a democracia, desconfia dos políticos e acha que o governo gasta mal o dinheiro que sai do seu bolso. Esse descontentamento fortalece a democracia e não o contrário, e é ele que fará o país continuar aperfeiçoando as Instituições. Não haverá reforma que, por mágica, corrijo todos os defeitos do sistema político, mas o país passará nas próximas décadas por várias mudanças na forma de votar e de organizar a relação entre o eleitor e seu representante. O que hoje parece definitivo é alterado a cada dia. Por isso o sociólogo espanhol Manuel Castells, que sempre avisou sobre a formação de alianças digitais para influir no mundo político real, começa seu livro Redes de Indignação e esperança com uma frase curta e sincera: "Ninguém Esperava" Ele se referia as manifestações que eclodiram em 2011 no mundo árabe. A tecnologia está no meio de um processo revolucionário que afetará todos os aspectos da vida. No livro A Nova Era Digital, os presidentes do google Eric Schmidt e do Google Ideas, Jared Cohen preveem que até 2025 a maior parte da população mundial terá saído, em uma geração, da quase total falta de acesso a informações não filtradas, para o domínio de toda a informação do mundo através de um aparelho que cabe na palma da mão. Se o ritmo atual de inovação tecnológica for mantido, a maioria da população da Terra estará on line. Por Miriam Leitão
A Malásia e a China (Asia) - tecnologia e ciencia
A Malásia é um país do Sudoeste Asiático que compreende dois territórios distintos a parte sul da península malaia e ilhas adjacentes, e uma seção do norte da Ilha de Bornéu. A península da Malaia confina a norte com a Tailândia fazendo fronteiras marítimas com a Indonésia.
O país é Multiétnico e Multicultural, o que desempenha um grande papel na política.
A constituição declara o islamismo como a região oficial, ao mesmo tempo em que protege a liberdade de religião.
O chefe de Estado é o rei, conhecido como o Yang di-Pertuan Agong- um monarca eleito entre os governantes hereditários dos nove estados malaios a cada cinco anos - o Chefe de Governo é o primeiro ministro.
Desde a independência, a Malásia teve um dos melhores registros econômicos na Ásia. A economia tem sido tradicionalmente alimentada por seus recursos naturais, mas está em expansão nos setores de Ciência, Turismo, Comércio e Turismo médico.
A Malásia tem uma economia de mercado recém industrializado no Sudoeste Asiático e é membro fundador da Associação de Nações do Sudoste e da Organização, para Cooperação Islâmica, e tornou se membro da Cooperação Econômica Asiá Pacífico, da Comunidade de Nações e do Movimento não alinhado.
Evidências de habitação humana moderna na região da atual Malásia remontam há 40 mil anos. Os comerciantes e colonos da Índia e da China chegaram no século I, estabelecendo portos e cidades costeiras. A presença deles resultou em uma forte influência das culturas indiana e chinesa sobre as culturas locais e os povos da península malaia começaram a praticar religiões como o hinduísmo e budismo. O islamismo começou a se espalhar entre os malaios no século XIV - De acordo com a definição Constitucional, os malaios são mulçumanos e desempenham um papel dominante politicamente.
Os chineses tem sido historicamente dominantes na comunidade de negócios no país e formam parte significativa da população de Penang. Os imigrantes da Índia, a maioria deles começaram a chegar na Malásia no início do século XIX.
A dupla nacionalidade não é permitida. A cidadania nos Estados de Sabah e Sarawak, em Bornéu, são distintas da cidadania na península da Malásia para fins de imigração. Para cada cidadão é emitido um cartão de identidade com um chip inteligente biométrico, conhecido como Mykad, a partir dos 12 anos de idade e que deve ser preservado por toda vida.
O país é Multiétnico e Multicultural, o que desempenha um grande papel na política.
A constituição declara o islamismo como a região oficial, ao mesmo tempo em que protege a liberdade de religião.
O chefe de Estado é o rei, conhecido como o Yang di-Pertuan Agong- um monarca eleito entre os governantes hereditários dos nove estados malaios a cada cinco anos - o Chefe de Governo é o primeiro ministro.
Desde a independência, a Malásia teve um dos melhores registros econômicos na Ásia. A economia tem sido tradicionalmente alimentada por seus recursos naturais, mas está em expansão nos setores de Ciência, Turismo, Comércio e Turismo médico.
A Malásia tem uma economia de mercado recém industrializado no Sudoeste Asiático e é membro fundador da Associação de Nações do Sudoste e da Organização, para Cooperação Islâmica, e tornou se membro da Cooperação Econômica Asiá Pacífico, da Comunidade de Nações e do Movimento não alinhado.
Evidências de habitação humana moderna na região da atual Malásia remontam há 40 mil anos. Os comerciantes e colonos da Índia e da China chegaram no século I, estabelecendo portos e cidades costeiras. A presença deles resultou em uma forte influência das culturas indiana e chinesa sobre as culturas locais e os povos da península malaia começaram a praticar religiões como o hinduísmo e budismo. O islamismo começou a se espalhar entre os malaios no século XIV - De acordo com a definição Constitucional, os malaios são mulçumanos e desempenham um papel dominante politicamente.
Os chineses tem sido historicamente dominantes na comunidade de negócios no país e formam parte significativa da população de Penang. Os imigrantes da Índia, a maioria deles começaram a chegar na Malásia no início do século XIX.
A dupla nacionalidade não é permitida. A cidadania nos Estados de Sabah e Sarawak, em Bornéu, são distintas da cidadania na península da Malásia para fins de imigração. Para cada cidadão é emitido um cartão de identidade com um chip inteligente biométrico, conhecido como Mykad, a partir dos 12 anos de idade e que deve ser preservado por toda vida.
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