sábado, 31 de outubro de 2015
O Filme- Dias de Paz
Em 18 de Abril de 1945, pouco antes de o fim do conflito ser anunciado na Europa, um polonês chega ao Brasil disposto a começar uma nova vida e a deixar para trás os horrores vividos nos últimos anos de perseguição e matança de judeus.
Ao desembarcar no porto do Rio de Janeiro, Clausewitz (Dan Stulbach) é barrado na alfândega.
O Segismundo (Tony Ramos) é o chefe do departamento de imigração, é um ex oficial da Polícia do presidente Getúlio Vargas e responsável por dar o salvo conduto aos refugiados. Ele é um ex torturador e muito duro- Ao se deparar com o refugiado, afirma que enquanto não receber as novas diretrizes para os tempos de paz, que chegariam com o fim do conflito, ele seguiria as mesmas ordens de um Brasil em guerra.
Confrontado com a crueldade e a brutalidade do ex oficial do Estado, Novo, Clausewitz se dá conta de que o Brasil não é o paraíso que idealizara.
Com a frase " Você tem dez minutos para me fazer chorar".
O chefe da alfândega abre espaços para que Clausewitz (um ex autor desiludido com a profissão), use técnicas de teatro para tentar convencer o oficial de seu drama para entrar no país.
Invocação do Mal
O filme "Invocação do Mal" levou 3 milhões de brasileiros as salas de cinema. Ambientado nos anos 60 "Annabelle" conta a história de uma mulher que recebe do marido uma boneca de tranças e vestido branco. Aparentemente inofensiva, ela contém o espírito da integrante de um culto satânico e passa a atormentar o casal e a filha recém nascida.
É o 15 filme de horror mais visto da história no mundo, segundo o Banco de Dados Box Office.
Direção John R. Leonetti
Produção: EUA, 2014 - 14 anos
É o 15 filme de horror mais visto da história no mundo, segundo o Banco de Dados Box Office.
Direção John R. Leonetti
Produção: EUA, 2014 - 14 anos
JEAN LUC GODARD
Jean- Luc Godard é um cineasta reconhecido como vanguardista que tomou como temas e assumiu como forma os dilemas do século XX.
Godard criou o grupo de cinema Dziga Vertov- assim chamado em homenagem a um cineasta russo de Vanguarda- e voltou se para o cinema político.
O Desprezo é um filme franco italiano de 1963, um drama dirigido por Jean-Luc Godard com roteiro inspirado na novela II Dispriezzo, do escritor Alberto Moravia e estrelado por Brigitte Bardot. É uma de suas obras centrais e referência, não só para entender o que é o cinema sórdido de Godard, mas também toda a importância social, cultural e política não apenas dessa obra ou do seu diretor, mas de toda a profunda reflexão e transformação de valores do período pós Segunda Guerra, incluindo a criação artística do período.
Em seu segundo filme a cores, o francês fez um estudo direto e sincero sobre os relacionamentos do período e a revolução de costumes, utilizando a história de um casal entre um roteirista e uma bela mulher- a deusa Brigitte Bardot no auge de sua beleza- que o diretor desnuda logo na primeira cena- um convite a intimidade de um casal.
Não apenas o desprezo do título, mas o ciume e o desgaste dos antigos valores também são pontos levantados por Godard em sua missão de não apenas estudar, mas também provocar, da abordagem sempre ferina que o diretor utilizou para falar da sociedade, tendo como base o livro homônimo de Alberto Moravia, que já falava dos temas que interessavam o Godard:
Alienação, sexualidade, existencialismo. Temas que o diretor desfia há anos em sua carreira.
Os personagens de Godard sao notoriamente marginais. Os protagonistas- o roteirista da adaptação de A Odisseia, que será dirigida por Fritz Lang em Roma e sua conjuge entediada que o despreza profundamente, passarão por França, por Roma e Capri.
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
São Bernardo do Campo
São Bernardo do Campo é um município brasileiro do estado de São Paulo, ligada a Santo André e São Paulo. Iniciou se em 1550, quando a cidade de Santo André da Borda do Campo começou a se organizar. No início de 1550 os padres jesuítas que desbravaram o Brasil em busca de catequizar os índios, descobriram que na região havia índios canibais. Seu fundador foi João Ramalho, que se casou com Bartira, filha do cacique Tibiriça dos índios guaianases.
A documentação do período hoje se encontra arquivada na cidade de São Paulo. Após esse evento, a vila vive um período de grande estagnaçao. O mesmo Amador de Medeiros doa a sesmaria aos monges do Mosteiro de São Bento, que a transformaram em duas grandes fazendas - a de São Caetano e a de São Bernardo em 1717.
Em 1812 o Marques de Alegrete eleva São Bernardo a freguesia e em 1890 se torna município, ainda abrangendo Santo Amaro.
Em 1910 por solicitação dos habitantes deste núcleo a estação passa a ser denominada pela São Paulo Railway como Santo André em homenagem a vila fundada por João Ramalho. O nome homenageia Santo André da Borda do Campo, Vila fundada por João Ramalho e foi escolhida por já haver uma Cidade no estado do Maranhão com o nome São Bernardo.
Em 1957 ocorre a emancipação política de Vila Conceição, que se torna um novo município com o nome Diadema.
Nas décadas de 50/60 do século XX recebe o parque automobilistico brasileiro. Desta forma a indústria automobilística/autopeças passa a designar a cidade como a "capital do automóvel".
São Bernardo do Campo possui uma Mesquita, inúmeras igrejas batistas, Universal do Reino de Deus, Presbiteriana- patrimonio tombado pela prefeitura, hoje funciona a da Casa de Cultura.
O catolicismo na cidade é bem forte, sendo seu próprio nome em honra a S. Bernardo de Claraval. Com 86 capelas organizadas em 24 paróquias, tendo também lojas de maçonaria, além de encontrar centros espíritas e terreiros de Umbanda.
Frank Aguiar (PTB) é o vice prefeito e o presidente da Câmara Municipal é o vereador Hiroyuki Minami (PSDB).
Desde a década de 50 o município tem sua economia baseada na indústria automobilística, sede das primeiras montadoras de veículos - Volkswagen, Ford, Scania, Toyota, Mercedes-Benz, Karmann Ghia e Willys Overland.
Pontos de Vista - Esquizofrenia Social
Há anos aquilo que define todo nosso sistema voltado a Cultura e Educação são as propostas governamentais e as parcerias com outros países.
As classes sociais sempre estiveram presentes e com avanços educacionais, deram título de sociologia- o estudo primordial para as organizações, para o equilíbrio econômico, para a saúde da agricultura em compasso com as exportações e importações.
Existem variadas publicações, são livros e mais livros distribuídos pelo mundo. E através disto existe a interpretação em grupo, que recebe a informação de acordo com o grau de conhecimentos gerais.
A revolução sempre esteve ligada a todo contexto histórico com ou sem guerra. E dentro do tema sempre existiu a sub divisão como fonte.
Afinal, a luta em grupo é para qual propósito ou objetivo?
Mais um ponto e uma questão que sempre dividiu mentalidades entre X, W e Y.
Não existe revolução com falta de estudo e conhecimento e tudo sempre começou de baixo para cima. Quando existe o organograma que apresenta a importancia de uma hierarquia, precisamos absorver o todo, ter em mãos e em mente todas as informações, se o propósito está sobre questões gerais e ordem. A teoria é importante e o entendimento na prática é ainda melhor. Os pontos de vista são abrangentes e super importantes para o progresso sem a regressão.
A saúde mental sempre foi uma prioridade social e aquilo que esta em evidencia nos tempos atuais é a intenção, para deixar seres humanos insanos, frustrados e desequilibrados para promover uma Barbárie.
A economia depende do Capitalismo, não precisamos deixar de comprar, precisamos entender a diferença entre um produto do outro.
As minorias que acreditam que importar uma Cultura periferica dos Estados Unidos é impor uma nova ordem em outras periferias, como a do Brasil. Estão aniquilando, atrasando todo processo e certas conquistas com progresso.
O Brasil é um país miscigenado, e há tempos temos a frente influentes representantes econômicos, diplomados em Direito e a visão social nunca mudou. São os mesmos no controle e no poder e não existe reversão de baixo para cima, existem os acertos, as negociações e as parcerias como política.
E segundo algumas notícias, as gangues mais violentas do mundo estão nos subúrbios dos Estados Unidos. Onde para se tornar um líder, a proposta é apanhar e sobreviver entre as lutas de rua.
No conceito deles, o respeito é adquirido neste formato, o que é um risco e um choque Cultural se virar conceito de importação para as periferias, como as do Brasil.
O que deve ser considerado é a Cultura e a compatibilidade do país.
Nos Estados Unidos o preconceito racial sempre foi mais forte, onde negros não entram em determinados estabelecimentos, não andam em determinados bairros ou transitam em calçadas opostas aos brancos, e são frequentadores de igrejas para negros .
Um conceito como este é assustador, já que não existe objetivo, mas o atraso mental ligado a preconceito entre ambos e vice e versa.
Aquilo que não é impossível sâo as divisões de pensamentos intelectuais, no entanto dentro disto entra outras questões que continuam a sub divisão de valores e desta forma lutar sobre questões de preconceito em grupo ainda é muito pouco diante a um turbilhão de informações e intenções perversas.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Taxi Driver Por José Geraldo Couto
JORNAL A FOLHA DE SÃO PAULO
CONTA 100 ANOS DE CINEMA
1995 - Organizador Amir Labaki
Taxi Driver não só é um dos filmes mais importantes dos anos 70, como é um dos que menos envelheceram desde então. Ao contrário: o progressivo enlouquecimento da América nas décadas seguintes, com seus psicopatas, justiceiros, skinheads e serial killers, tornou o ainda mais atual.
Toda essa história urbana recente está condensada na trajetória de Travis Bickle (Robert de Niro), ex combatente no Vietnã que ocupa suas noites de insônia dirigindo um táxi pelas ruas mais sujas e perigosas de Nova York. Pelos olhos de Travis, a cidade é uma espécie de Sodoma moderna, habitada pela pior escória da humanidade. Há de vir uma chuva de verdade para lavar toda essa sujeira- diz ele.
O tom de profecia bíblica da frase condiz com a atmosfera geral do filme. Desde as primeiras imagens - um táxi emergindo das trevas um avesso anjo exterminador.
Como em quase todos os filmes do católico Scorsese- principalmente os escritos pelo protestante Paul Schrader como este- Táxi Driver conta a história de um homem que desce aos infernos e alcança depois a redenção.
No filme Travis não deixa de ser um atordoado e embrutecido por uma sociedade doente. Nada tem a ver com a truculência dos justiceiros a Charles Bronson.
Do mesmo modo a linguagem do filme mantém o equilíbrio entre estilização e naturalismo quase documental entre a concentração dramática e a dispersão em vários temas:
O da assessora política (Cybill Sheperd) por quem Trevis se apaixona, o da prostituta (Jodie Foster) que ele quer salvar, o do candidato a presidente etc.
A tensão cresce a medida que as via de fuga ao desespero de Travis vão se fechando uma a uma: o amor ( a assessora rejeita), a amizade (os colegas não compreendem sua angústia), a política ( o candidato só quer usa lo).
Quanto ao virtuosismo do diretor, note se que, nas cenas de rua, a câmera está em todos os pontos possíveis do táxi, do retrovisor ao Pará choque, dependendo da necessidade narrativa.
O mundo é visto em movimento contínuo dessa jaula ambulante.
Há uma cena de absoluta adequação da imagem aquilo que se quer expressar. Em sua perturbação crescente, Travis está a ponto de saltar a fronteira entre o cotidiano e a fúria homicida. Esse limiar é Expresso de maneira simples e poderosa: ele assiste a um melodrama rotineiro na TV, com a cadeira inclinada, com o pé toca no aparelho e balança até que a TV cai e espatifa.
Este filme admirável marca ainda estréia de Jodie Foster e a despedida do compositor Bernard Hermann (1911- 75), que fez a trilha mas não viu o filme pronto. Só o ex colaborador de Welles e Hitchcock poderia compor uma música que passa da melancolia ao suspense com a mesma fluência que o cinema de Scorsese.
"De Niro vai ao inferno em Táxi Driver" 30/6/94
CONTA 100 ANOS DE CINEMA
1995 - Organizador Amir Labaki
Taxi Driver não só é um dos filmes mais importantes dos anos 70, como é um dos que menos envelheceram desde então. Ao contrário: o progressivo enlouquecimento da América nas décadas seguintes, com seus psicopatas, justiceiros, skinheads e serial killers, tornou o ainda mais atual.
Toda essa história urbana recente está condensada na trajetória de Travis Bickle (Robert de Niro), ex combatente no Vietnã que ocupa suas noites de insônia dirigindo um táxi pelas ruas mais sujas e perigosas de Nova York. Pelos olhos de Travis, a cidade é uma espécie de Sodoma moderna, habitada pela pior escória da humanidade. Há de vir uma chuva de verdade para lavar toda essa sujeira- diz ele.
O tom de profecia bíblica da frase condiz com a atmosfera geral do filme. Desde as primeiras imagens - um táxi emergindo das trevas um avesso anjo exterminador.
Como em quase todos os filmes do católico Scorsese- principalmente os escritos pelo protestante Paul Schrader como este- Táxi Driver conta a história de um homem que desce aos infernos e alcança depois a redenção.
No filme Travis não deixa de ser um atordoado e embrutecido por uma sociedade doente. Nada tem a ver com a truculência dos justiceiros a Charles Bronson.
Do mesmo modo a linguagem do filme mantém o equilíbrio entre estilização e naturalismo quase documental entre a concentração dramática e a dispersão em vários temas:
O da assessora política (Cybill Sheperd) por quem Trevis se apaixona, o da prostituta (Jodie Foster) que ele quer salvar, o do candidato a presidente etc.
A tensão cresce a medida que as via de fuga ao desespero de Travis vão se fechando uma a uma: o amor ( a assessora rejeita), a amizade (os colegas não compreendem sua angústia), a política ( o candidato só quer usa lo).
Quanto ao virtuosismo do diretor, note se que, nas cenas de rua, a câmera está em todos os pontos possíveis do táxi, do retrovisor ao Pará choque, dependendo da necessidade narrativa.
O mundo é visto em movimento contínuo dessa jaula ambulante.
Há uma cena de absoluta adequação da imagem aquilo que se quer expressar. Em sua perturbação crescente, Travis está a ponto de saltar a fronteira entre o cotidiano e a fúria homicida. Esse limiar é Expresso de maneira simples e poderosa: ele assiste a um melodrama rotineiro na TV, com a cadeira inclinada, com o pé toca no aparelho e balança até que a TV cai e espatifa.
Este filme admirável marca ainda estréia de Jodie Foster e a despedida do compositor Bernard Hermann (1911- 75), que fez a trilha mas não viu o filme pronto. Só o ex colaborador de Welles e Hitchcock poderia compor uma música que passa da melancolia ao suspense com a mesma fluência que o cinema de Scorsese.
"De Niro vai ao inferno em Táxi Driver" 30/6/94
O QUE EXISTE POR TRÁS DA ERA CINEMATOGRÁFICA?
Eu entendo a persona como uma qualidade do pessoal quando existe identidade. O que define o pessoal são os conhecimentos que adquirimos e as experiências que acumulamos. Existem fases e vive las no tempo "certo" é apresentar a ordem mental com naturalidade e organização.
A aptidão profissional aponta o talento ou a genialidade humana - ou o tempo vai determinando de acordo com cada condição e estrutura. A fábrica de diamantes ou de seres humanos brilhantes, que nasceram com talento artístico para realizar a arte sem melancolia, pessimismo ou frustração.
No capítulo 100 Anos de Cinema- 1995 - O Circo- Inácio Araújo descreve Charlie Chaplin como um ser irritante - em seu ponto de vista - com a seguinte descrição:
Charlie Chaplin sabia ser irritante!
Quem revê hoje Luzes da Ribalta sabe o que pode acontecer quando o palhaço resolve fazer chorar. Tudo chora: a música, a platéia, o personagem.
Talvez exista em O Circo uma centelha de Calvero, o palhaço triste, mas ela não domina os acontecimentos. Chaplin não se esquivava do melodramático, o que pode ser uma vantagem. Em seu cinema há lugar tanto para o riso, como para o choro, para bondades infinitas e perversidades insuperáveis.
- Em meu ponto de vista Chaplin foi genuíno e inspirador diante aos palcos.
Em 1889 nasce Charlie Chaplin, um grande talentoso que inovaria as telas do cinema.
Enquanto no Brasil o ano simbolizava a Abolição da Escravatura, na Europa o retrato era de Guerra- que entre arte se transforma em cinema mudo- Chaplin atravessou um tempo importante, ironizando com talento um cotidiano. E até 1977 o grande cineasta deixa sua marca registrada no mundo.
A crítica é um hábito no universo artístico voltado a comunicação em geral. Entretanto a interpretação é muito particular e gera uma onda de valores onde cada um tira suas conclusões. Existe como registro os considerados polêmicos, que fizeram história no cinema, no teatro e na música.
Hilda Furacão ficou conhecida depois da minissérie transmitida em 1998 - Hilda Furacão. Foi interpretada por Ana Paula Arósio, em seu primeiro papel de protagonista. A história foi adaptada de um romance do jornalista Roberto Drummond (1933-2002). Parte do livro se passa em um clube de ricos de Belo Horizonte, onde a personagem seduzia os jovens promissores da sociedade.
A estilista famosa Zuzu Angel investigou até o fim de sua vida a morte de seu filho Stuart Angel - O militante assassinado aos 26 anos em Maio de 1971 pelos órgãos de repressão, no auge da ditadura militar. Usou a sua arte como arma para denunciar no exterior a ditadura militar.
Ícones da música como Tim Maia, Elis Regina, Cazuza entre outros, nos deixaram as melhores discografias. Algumas biografias que descrevem uma vida a partir das lentes dos autores. Considero o livro Vale Tudo - O Som e a Fúria - escrito por Nelson Mota uma indicação. Conta a história de Tim Maia desde sua infância e juventude, no bairro da Tijuca e sua vida conturbada nos Estados Unidos.
Todos atravessaram um momento histórico, de transição, onde a repressão sob o regime militar era muito forte em cima do universo e movimento artístico. Foram sem sobra de dúvida artistas que contribuíram para a fusão de qualidade musical.
Foram interpretações que continuam todo enredo atual, sobre questões e avanços tecnológicos como:
"Alô Alô Marciano - Elis Regina
Aqui quem fala é da Terra
Pra variar estamos em Guerra
Você não imagina a loucura
O ser humano tá na maior fissura
Solidão Que Nada - Cazuza
Cada Aeroporto, é um nome num papel, Um novo rosto, atrás do mesmo véu, alguém me espera e adivinha no céu
Que meu novo nome é
Um estranho que me quer
E eu quero tudo no próximo Hotel, por mar, por Terra
Ou via Embratel,
Ela é um satélite e só quer me amar
Mas não há promessas não, é só um novo lugar.
Imunização Racional- Tim Maia
Já virei calçada maltratada e na virada quase nada, me restou a curtição, já rodei o mundo quase mudo, no instante, num segundo este livro veio a mão...
A indústria Cultural preserva ainda grandes nomes, de forma otimizada, com o intuito de vender mais e expandir preservando artistas que contribuíram com perfeição para a revolução musical.
Em um novo tempo, onde cantar, escrever ou representar, se apresenta de forma mais técnica somado a sensibilidades desenfreadas, sem entendimento sobre questões que nos rodeiam há muito tempo - principalmente sobre temas políticos. Quando o assunto é transição destacando Cultura e a sub divisão que nos cerca, nunca existiu problemática, mas polêmica, o grito de passageiros que enfrentaram um tempo difícil, respirando e transmitindo a arte com maestria.
A cordialidade, a sensibilidade somada ao intelecto continua sendo primordial aos avanços e a qualidade.
Assinar:
Postagens (Atom)